Mário Soares começa a relembrar ao país o quão podre se pode tornar. Se a guerra estiver prestes a ser perdida, o homem arranja logo alternativas às lutas convencionais. Foi assim com Freitas do Amaral (pessoa que gostava de saber quem apoia) num debate televisivo que, hoje, Soares assume como tendo sido "algo" exagerado nas críticas que teceu.
Pois bem, posso concluir que não mudou nada, e se alguma vez pediu desculpas a Freitas, nunca as sentiu verdadeiramente. Será que por estar em campanha vale tudo?
As desconsiderações tecidas contra Cavaco e a sua pessoa e o levantar poeira sobre a perigo em que incorre o sistema democrático com Cavaco ao leme, não passam de argumentos falsos de quem se sente verdadeiramente desesperado e não tem mais nada para dizer.
Mas eu lanço um problema, possível no mundo em que vivemos actualmente. Imaginem um homicida fanático de esquerda, que porventura endrominado por este discurso de esquerdistas demagogos, atenta contra Cavaco.
Perante uma situação destas, qual a responsabilidade que se poderá atribuir a estes demagogos? Ou será que não terão nenhuma responsabilidade se algo do género acontecer?
A excepção seja ressalvada: ainda não ouvi Alegre levantar este tipo de suspeitas.
Voto Cavaco, porque acredito que possa contribuir para aumentar a credibilidade da classe política já que, do meu ponto de vista, a falta desta é a maior ameaça ao sistema.
Macau que se vai perdendo
Há 4 anos
1 comentário:
Caro Miguel,
Já estranhava a mudez dos últimos tempos...
È efectivamente verdade aquilo que dizes. Mário Soares é um mestre em usar mentiras para denegrir os adversários e fa-lo com assomos de dignidade...
Ninguém me tira da cabeça que os incidentes da marinha grande registados em 1986, não terão sido orquestrados por ele mesmo...
Não gosto de Cavaco, mas considero que este último terá mais para oferecer ao país que Mário Soares
Enviar um comentário