Caros camaradas cósmicos,
Em primeiro lugar, permitam-me dizer que o vocábulo "camarada" é a única expressão fraterna e igualitária sem género determinado.
Se todos fossemos camaradas, irmãos, fraternos e se todos juntos sonhássemos um mundo justo e perfeito, a diferença entre homens e mulheres, mais não seria que um desiderato necessário entre lençois.
Gosto de mulheres. Gosto de putas. Gosto de castas. Gosto de cabras. Gosto de deusas. Gosto de dissimuladas. Gosto de mulheres verdadeiras e frontais. Gosto de mulheres especiais. Gosto de mulheres sem especialidade nenhuma.
Gosto de conversar com elas, de foder com elas, de fazer amor com elas, de não fazer nada, mas, sobretudo, gosto de observar a beleza particular de cada uma delas.
Gosto tanto de mulheres, que escrevi uma peça sobre elas. O elogio que lhes fiz, levou uma jornalista da RTP, numa reportagem sobre a peça, a chamar-me feminista militante.
Em relação à política, preconizo a efectivação dos direitos políticos e cívicos das mulheres. Honestamente, acho que a ideia das quotas é redutora e mesmo ofensiva, tornando o género feminino numa espécie de grupo de pressão, que ab initio são naturalmente diferentes mas a evolução civilizacional reenvindica uma equalização de direitos, género homossexuais.
Todas as mulheres são iguais em direitos, sendo as quotas uma opressão ridícula e uma ofensa à sua dignidade.
O grande probelma deste país e desta sociedade global em que respiramos, é o facto de vivermos numa sociedade que vive para o trabalho, uma autentica economia parasitária, em que o ser é feito exclusivamente para trabalhar.
Considero parasitas, todos aqueles que trabalham, porque apenas contribuem para alimentar a infelicidade das gerações vindouras.
Infelizmente, uma das características das mulheres é a sua obstinação pelo trabalho. Muito sinceramente, tanto me faz, ter homens como mulheres à frente do destino de um país, desde que não nos obriguem a trabalhar mais... Os portugueses trabalham demasiado, são autênticos escravos! Se ao poder chegarem mulheres, tecnocratas e economicéfalas, que considerem que produzimos pouco, e que só trabalhando podemos competir, eu digo e repito:
POR FAVOR, DEIXEM-NAS ESTAR EM CASA OU NO BORDEL, QUE NÃO INCOMODAM OS TRABALHADORES NÃO LABORAIS, COMO EU!!!!
Ps: Hoje faço anos :)