sexta-feira, abril 07, 2006

Mulher Nocturno

sensual.
macia.
densa.
transpirando sexo.
a tua derme.

Seios latinos.
Língua de calígula.
olhar felino.
Rosto sarauí.

Libertas e escondes,
mistérios transcendidos,
de sons que ninguém ouviu,
de maresias, de luares,
de telas que ninguém viu.

Na tua pele
houve murmurios de homem,
sintaxe pictóricas de pinceis
que lambiam a volúpia da noite.

Foste Anais Nin
e Catherine Millet.
Foste adaggio, sonata,
nocturno e traviata.

Portugal no Feminino - Mulher executiva vs. Mãe de sucesso


Caros amigos cósmicos,

Uma vez, que estamos numa de debater o papel da mulher na sociedade, encontrei um site que foca esse tema e decidi partilhar algumas coisas convosco. Espero que apreciem.
Mulher executiva vs. Mãe de sucesso
"Com mais de 92% das mulheres com formação superior empregadas, Portugal possui uma das taxas de emprego feminino mais elevadas da União Europeia. Contudo, os números escondem a escolha radical que as mulheres portuguesas são obrigadas a fazer mais tarde ou mais cedo nas suas vidas: a carreira ou a família. Tudo por causa da ausência de uma política de conciliação entre o trabalho e a família e a necessidade de afirmação num mundo profissional ainda dominado pelo sexo masculino. "
(...)
"Ana Isabel, investiu na vida familiar em detrimento da carreira. Natural da ilha da Madeira, veio estudar para a faculdade de farmácia da Universidade de Lisboa, cuja licenciatura na área terminou com média elevada.
Embora as portas para uma carreira aliciante e sedutora em várias multinacionais farmacêuticas estivessem abertas, Ana Isabel recusou empregos com salários mais elevados e melhores condições de trabalho e optou pela família. Agora com 31 anos e casada há sete, dois filhos de um e quatro anos respectivamente, Ana Isabel desenvolve actividade como farmacêutica no hospital Pulido Valente. Gosta do seu trabalho e está realizada a nível familiar. Mas sente que passou ao lado de uma hipotética carreira de renome.
«É um facto que uma mulher para não ser discriminada no mercado de trabalho, tem que abdicar da família», ressalva. «Numa grande empresa não se pode dar ao luxo de constituir uma família, porque não há política, nem mentalidade enraizada para a conciliação da vida familiar com a profissional», observa. «Mas a vida é feita de escolhas e eu tinha necessidade de ter a minha família»

quinta-feira, abril 06, 2006

Sexo vs. Género

"Os sexos enganam-se mutuamente: e isso porque no fundo só se estimam e amam a si próprios (ou ao seu próprio ideal (...)). Assim, o homem quer que a mulher seja pacífica, – mas precisamente a mulher é essencialmente conflituosa como a gata, por mais habilidade que tenha em atribuir-se aparências pacíficas."
Nietzsche in Para Além de Bem e Mal

Mulheres na Política 5 - em virtude do ponto 4



Como mulher vejo-me obrigada a dar a minha humilde opinião.
As mulheres são sem dúvida um "bicho" raro, ninguém as entende. Talvez isso se deva ao facto de vivermos demasiado das nossas emoções. Somos um ser emocional e vivemos um pouco em função disso, nunca deixando de equacionar os pós e contras das nossas decisões. Acredito piamente, que se houvessem mais mulheres no governo, concerteza teríamos uma politica mais equilibrada. Gostaria muito de ver uma mulher concorrer à Presidência da República, ou então, como há quem diga que quem governa é o Primeiro-ministro, então que uma mulher se candidatasse a esse tão cobiçado posto.

Partindo agora para outro ponto do post anterior, não acho que a nossa sociedade viva para o trabalho, antes pelo contrário. Eu, por exemplo, não entendo como há trabalhadores a queixarem-se dos salários que não aumentam, e que no entanto, querem ver reduzidas as horas de trabalho semanal para 35 horas, sinceramente, não acho que haja consenso nisto. Além disso, já viste bem a quantidade de pessoas que estão no desemprego??!! Muitas pessoas acredito que não consigam arranjar trabalho, ou pela pouca formação ou então pelo factor idade. Mas temos de admitir, porque infelizmente é uma realidade, que a taxa de desemprego se deve muito ao facto do governo, cheio de boas intenções, ter criado tantos subsídios. As pessoas não sabem lidar com estas situações. Queixam-se que a vida está cara, que temos muitos impostos (é um facto), mas no entanto não ajudam nada ao receber subsídios indevidamente, como faz a maioria. É muito triste!"Escravos" são aqueles que, como eu, trabalham o ano inteiro e pagam os impostos todos pra meter, e desculpem-me a expressão, no cú dessa gente que não quer fazer nada. Todos os dias nos jornais, nos centros de emprego e nas empresas de trabalho temporário vêem-se imensas vagas, porque será? Será que está tudo empregado? Não! As pessoas é que não querem trabalhar, nem se sujeitar ao que há mercado. Grave seria é se não houvesse oferta de trabalho, isso sim, seria caótico!

E é claro e evidente, que se queremos um país minimamente evoluído, e que nos preste serviços, mesmo não sendo da melhor qualidade, temos claro que trabalhar, mas isso não faz de nós “escravos” mas sim de ferramenta essencial à evolução.

Beijo, abraço e mais uma vez Parabéns Rui!


P.S.: E as mulheres não são obstinadas pelo trabalho, apenas quando trabalham gostam de o fazer com profissionalismo e perfeição (embora a última não exista).
A imagem retrata a "Mulher" apenas como ser :)))

Mulheres na política 4 - Desde que não nos façam trabalhar mais... sou a favor!

Caros camaradas cósmicos,

Em primeiro lugar, permitam-me dizer que o vocábulo "camarada" é a única expressão fraterna e igualitária sem género determinado.

Se todos fossemos camaradas, irmãos, fraternos e se todos juntos sonhássemos um mundo justo e perfeito, a diferença entre homens e mulheres, mais não seria que um desiderato necessário entre lençois.

Gosto de mulheres. Gosto de putas. Gosto de castas. Gosto de cabras. Gosto de deusas. Gosto de dissimuladas. Gosto de mulheres verdadeiras e frontais. Gosto de mulheres especiais. Gosto de mulheres sem especialidade nenhuma.

Gosto de conversar com elas, de foder com elas, de fazer amor com elas, de não fazer nada, mas, sobretudo, gosto de observar a beleza particular de cada uma delas.

Gosto tanto de mulheres, que escrevi uma peça sobre elas. O elogio que lhes fiz, levou uma jornalista da RTP, numa reportagem sobre a peça, a chamar-me feminista militante.

Em relação à política, preconizo a efectivação dos direitos políticos e cívicos das mulheres. Honestamente, acho que a ideia das quotas é redutora e mesmo ofensiva, tornando o género feminino numa espécie de grupo de pressão, que ab initio são naturalmente diferentes mas a evolução civilizacional reenvindica uma equalização de direitos, género homossexuais.

Todas as mulheres são iguais em direitos, sendo as quotas uma opressão ridícula e uma ofensa à sua dignidade.

O grande probelma deste país e desta sociedade global em que respiramos, é o facto de vivermos numa sociedade que vive para o trabalho, uma autentica economia parasitária, em que o ser é feito exclusivamente para trabalhar.
Considero parasitas, todos aqueles que trabalham, porque apenas contribuem para alimentar a infelicidade das gerações vindouras.

Infelizmente, uma das características das mulheres é a sua obstinação pelo trabalho. Muito sinceramente, tanto me faz, ter homens como mulheres à frente do destino de um país, desde que não nos obriguem a trabalhar mais... Os portugueses trabalham demasiado, são autênticos escravos! Se ao poder chegarem mulheres, tecnocratas e economicéfalas, que considerem que produzimos pouco, e que só trabalhando podemos competir, eu digo e repito:

POR FAVOR, DEIXEM-NAS ESTAR EM CASA OU NO BORDEL, QUE NÃO INCOMODAM OS TRABALHADORES NÃO LABORAIS, COMO EU!!!!

Ps: Hoje faço anos :)

quarta-feira, abril 05, 2006

Mulheres na Política 3

De facto, a Salomé tem razão no que toca à necessidade de mudar algo na política e a participação maior das mulheres poderá ser importante para se mudar um pouco a mentalidade do nosso governante "comum".

Sou à partida contra qualquer imposição de quotas do que quer que seja, mas de vez em quando até entendo que só assim é possível mudar algo. Por exemplo, a concorrência desleal que a China faz à Europa só pode ser minorada com a introdução de quotas às importações europeias à China.

Também da mesma forma entendo que poderíamos experimentar a introdução de quotas no caso único e excepcional das mulheres nas listas - e nunca de religiões, por exemplo, já que o Estado é laico mas não é assexuado! - de forma a obrigar os políticos a adaptarem-se às políticas... Como disse muito bem a Salomé, nos países nórdicos que têm uma mentalidade muito mais moderna que a nossa só depois de introdizida essa quota é que as mulheres - e os homens e os países - se habituaram à ideia e de tal forma que agora se a quota fosse lá retirada com toda a certeza ninguém daria por ela...

Desta vez, e excepcionalmente, concordo com a introdução obrigatória da participação de pessoas na política. Porque normalmente acho que deve ser de forma voluntária que a participação deve ocorrer, como é o meu caso.

Mulheres na Política 2

Comentário à opinião de Pessoa:
Igualdade virtual = desigualdade. E desigualdade implica subordinação.
Houve um pequeno-grande aspecto esquecido neste comentário. É que a maioria dos nossos políticos são homens de raça branca, católicos, heterossexuais, pertencentes à classe média-alta. O que é lógico, porque os/as portugueses/as são maioritariamente caucasianos, católicos e heterossexuais pertencentes à classe média. Mas também é certo que as mulheres constituem 51% da população portuguesa (e mais a nível Europeu e mundial). Por isso, quando se fala em impor quotas por ”cor da pele, religião, orientação sexual, região ou classe social de origem” entendo com isso a inclusão das MINORIAS e não da maioria como é o caso. A Lei da Paridade é um meio de justiça social e não de reconhecimento das minorias!
Imaginemos um país onde 90% dos/as seus/suas habitantes são de uma certa raça ou religião. Seria legítimo que esse país fosse governado por políticos/as na sua maioria de outra raça ou religião? Não, pois não? Por isso o alargamento da participação de mulheres no processo democrático constitui um princípio de democracia. E se as quotas produziram efeitos positivos nos países nórdicos, porque não seguir o exemplo?
Argumenta-se que a paridade não respeita a liberdade, é antidemocrática e que impõe candidatas. Mas pensando bem, a participação equilibrada de ambos os sexos não dará lugar a uma melhoria do mundo da política, mais diversidades de talentos, mais competências de saberes, experiências, perspectivas?
Argumenta-se de que ao atribuir-se quotas será em detrimento das pessoas competentes. Eu pergunto-me se em milhares de mulheres não haverá bastante competência! E os homens que estão lá? São competentes?
Só haverá Democracia quando houver Democracia Paritária, ou seja igual participação, representação e decisão de homens e mulheres na vida política. Homens e mulheres não estão numa situação de igualdade na sociedade, de facto, mas tal se deve à falta de oportunidades, porque estão numa situação de igualdade de direito.
O que deveria ser a normalidade da vida em democracia tem sido apenas uma excepção, por isso lamento esta cegueira geral, que encara esta Lei com cepticismo, como se tratasse de um apoio absurdo à causa feminista.

sexta-feira, março 31, 2006

A Ler: Peter Drucker


O essencial sobre a vida e a obra do homem que inventou a gestão

Dos autores, Jaime Fidalgo Cardoso e Jorge Nascimento Rodrigues
«Não há países subdesenvolvidos.Há países subgeridos.»
«Saiba gerir-se a si próprio.O departamento de recursos humanos não é responsável por cuidar de si.»
«A maneira mais eficaz de gerir a mudança é criá-la.»

Mulheres na Politica

Sem querer fomentar a discussão entre os sexos,..como no passado... :), aconselho apenas a leitura da opiniao que eu também defendo...Aqui

quarta-feira, março 29, 2006

Justiça - Casa Pia

O Tribunal arbitral decidiu que o Estado Portugês vai pagar em regra 50 mil euros em indemnizações a antigos alunos da Casa Pia, vítimas de abusos sexuais.

Estando provado que existiram vítimas de abusos na Casa Pia, espero que sejam apurados os responsáveis, pois pelo que conheço dos nossos tribunais, da nossa Justiça, ainda teremos uma absolvição de todos os suspeitos.

Repatriados do Canadá II

O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, na sexta-feira, afirmou que pretendia debater o problema da expulsão de portugueses ilegais no Canadá com o seu homólogo canadiano na reunião da NATO (final de Abril) Ver Aqui mas afinal decidiu e bem, meter pés ao caminho e ir ao Canada resolver e/ou remediar a situação dos nossos irmãos portugueses.

Continuo a achar estranho o silêncio das forças partidárias relativamente a este assunto, ????

Será que o Freitas do Amaral conseguirá convencer o governo canadiano que existe refugiados de Portugal? Talvez relembre os dois mediáticos refugiados portugueses, o Guterres e Durão?

Encerramento de Escolas e Maternidades II

(...)
Depois vem o problema das maternidades. Há quem diga que as maternidades não podem encerrar pois como é que vai ser quando a mulher entrar em trabalho de parto e tiver que ir correndo para o hospital. Bom, há que dizer que se isso acontecer nessas maternidades que estão indicadas para encerrar, a possibilidade de ser imediatamente atendida não é assim tão grande. Depois há o problema da distância, e fala-se de Trás-os-montes, mas neste caso será o Conselho Administrativo daquela região a decidir como será feito, não serão "os de Lisboa". Por fim, existem os problemas bairristas de que ir nascer a outra terra é terrível para os meninos e para as mães.
Ainda que com algum receio de ser espingardado, falarei da tomada de posição de Manuel Alegre. Sim, porque um militante do PS e (defeito dos defeitos) apoiante de Sócrates a críticar Alegre é como um homem ser publicamente contra as quotas femininas, é logo apelidado pelas líderes como um machista, e um porco que é conra a emancipação das mulheres. No caso, serei acusado de ter mau perder e de opressor ao verdadeiro e único defensor da liberdade, mas não tem mal.
Alegre referiu que os pais e as mães (perdoem-me o preciosismo feminista) de Elvas devem poder ter os seus filhos e filhas (está-se a tornar cansativo...) em Portugal. Este é o argumento chave, aquele que nos faltava. Isto deixa-nos boqueabertos, não é verdade? Que rasgo, hem?
Como é que uma pessoa que tem a dita responsabilidade de um milhão de votos, consegue cair no populismo nacionalista? Então não somos pró-europeus? Todos a favor do espaço comunitário europeu? Parece que não, parece que mesmo os arautos da boa política são fervorosos nacionalistas que têm medo de ver crianças puras portuguesas a nascer em Badajoz (que diga-se, é mesmo ali ao lado) e a vírem infectados com o vírus hispannicus. Já nem argumento contra a (im)possível hipótese de, contra a vontade dos pais, o bebé ter nacionalidade espanhola.
Mas calo-me contra o Alegre, que ainda sou queimado vivo.

Bom, espero ter provocado o suficiente. Voltarei em breve.

Abraços e beijinhos a todos e a todas.

terça-feira, março 28, 2006

Marcelo e a Comunicação Social

o Conselheiro do Presidente da Républica, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu em Guimarães que "os jornais, as rádios e as televisões devem assumir as suas orientações em estatutos editoriais claros".

Ver aqui

Página rasgada de um diário

"Fazes-me sorrir...
E esse sorriso que se desenlaça equipara-se ao contentamento crescente dentro de mim.
Muitas das tuas dúvidas são as minhas, muitas das minhas incertezas fazem equipa com as tuas. Às vezes, mais vale não sabermos de nada... basta-nos sentir tudo e buscar aí, nesse sentimento, muitas das respostas que a razão desconhece.
O amanhã não existe.
O que existe é o presente e esse é que tem de ser vivido, gozado. O amanhã ainda está longe, nem sabemos se vem. Sabemos é que agora estamos aqui, para o que der e vier, formando um muro altivo e seguro, digno da muralha Oriental.
Tudo o que temos é nosso.
Não é so meu, nem teu... foi construído em uníssono com todas as vicissitudes que lhe são inerentes. Foi e tem sido, será sempre, um processo moroso, complicado e por isso tão a nós pertencente. Nada caiu do céu! Quanto muito, ao chegar a solo terrestre, planou. Não chegou a ser dado.
Conquistado sim.
Trabalhado e extremamente conflituoso.
Talvez, por isso, nem a maré alta nos faz ter medo do afogamento, nem a maré baixa nos faz avançar, sem temer a facilidade que, de modo falacioso, parece que a acarreta. Existe um equilíbrio. Esse equilíbrio é perfeito. E tu sabes do que falo. Mesmo quando a balança tende mais para um lado, desprezando o outro, o equílibrio... esta osmose perfeita... que nós temos, não nos deixa desleixar na capacidade empática que nos uniu.
Ela persegue-nos e, como tal, torna-se no fulcro central da nossa relação.
A simplicidade torna-se complexa mas não passa de um teste, de uma motivação para não pararmos, nos acomodarmos mas sim seguirmos em frente.
Com a vontade ímpar inicial de batalha para continuar a querer o que quando desce nao cai...

Mas plana!"

K

Encerramento de Maternidades e Escolas I

Agradeço desde já todos os elogios que me deram, mas não sei serei merecedor de tão rasgados adjectivos. Veremos.

A minha primeira reacção quanto ao encerramento de escolas e maternidades foi, obviamente, negativa. Para quê fechar-se? Para onde vão estas pessoas e estes alunos? Terão que andar km por sua própria conta e risco? E as grávidas terão que andar km a meio do parto? Parece-me que a reacção de toda a população foi esta.

Depois reflecti um pouco, e ainda que eu não seja parte implicada nesta medida (nem sou aluno de uma escola que vá encerrar, nem tão pouco estou a pensar ter filhos) comecei a perceber as razões. Primeiro as escolas. Como sou professor e neste momento lecciono a meninos do primeiro ciclo, compreendo que há escolas que devem fechar. Podemos pegar no exemplo da Assembleia Municipal de Guimarães, a EB1 do Paraíso (não, o professor não é S. Pedro). A EB1 do Paraíso tem perto de uma dúzia de alunos, divididos mais ou menos irmamente pelos diferentes anos. Agora, nesta escola só existe uma turma com um professor e estão todos a ter aulas ao mesmo tempo, na mesma sala. Se acham que não há problema pensem que um professor, infelizmente, não tem o dom da obiquidade e que por isso só pode acompanhar um grupo de cada vez. Tal impedirá uma progressão mais ligeira na aprendizagem, pois o que os alunos numa turma de 20 (no mesmo ano) são capazes de assimilar ali não é possível, pois um dia de trabalho tem que ser repartido pelos 4 anos. Agora digam-me, parece-vos bem que pelo argumento populista do tudo em todo lado e para todos se sacrifique futuros membros activos da nossa sociedade? Claro que assim podemos ir lá fazer campanha e dizer: vêem que lindo, uma escola só para vós os cinco? Há um benefício, o recreio torna-se bem mais do que suficiente para todos.
(...)

segunda-feira, março 27, 2006

A ouvir

Transmissão Directa - Antena 2
"Inauguração" da Teatro Maria Matos

25 de Abril

Para quando um Revolução na Madeira? Uma vergonha nacional não celebrarem o 25 de Abril.

Viva a Democracia.

:(

Repatriados do Canadá

Os emigrantes portugueses no Canadá começaram a chegar hoje ao aeroporto da Portela, depois de repatriados pelo Governo canadiano por estarem ilegais naquele país.

Começo a achar estranho o silêncio das forças partidárias relativamente a este assunto.

sexta-feira, março 24, 2006

Os presidentes II

Caro Nuno,

Talvez soubesse que estava a convidar os dois futuros lideres, nem tudo na vida são coincidências..... :) ......, conheci os dois antes de serem presidentes e acho que posso até ter contribuído para responsabilidade que assumem hoje.

Mas independentemente de os dois terem ideologias diferentes da minha, o Xana à direita e o Despertador à esquerda, acredito vivamente nos dois, são pessoas/políticos com carácter, são políticos como eles que fazem falta à política, acredito neste geração, parabéns aos dois e continuação de bom trabalho.

Brevemente, acredito que no nosso seio haverá outros presidentes, é tudo uma questão de tempo, vamos esperar.........

PS (com D e sem D): continuem.......

quinta-feira, março 23, 2006

Os presidentes

Há coisas engraçadas nesta vida... O Luís Pires convidou o Xanaer (Alexandre) e ao Despertador (Xavier). E mal ele sabia que estava a convidar os dois líderes juvenis de Guimarães. Isto é, ele sabia que estava a convidar um, o Despertador que é nada mais nada menos que o líder da JS. O engraçado é que o nosso Xanaer vai ser o candidato único às eleições do próximo sábado da JSD em Guimarães!

Julgo, por isso, que poderemos contar com o blog mais participado e central da blogosfera regional... Espero que os dois cumpram bem as funções, um talvez em fim de mandato, o outro ainda com algum tempo para trabalhar, mas que são essenciais para o normal funcionamento democrático local. Espero também poder ler aqui algum confrontos de ideias entre ambos, bons escrivas como eles são...

Apenas e só pelo facto de no sábado ser eleito presidente, os meus parabéns ao Xanaer!