quinta-feira, março 02, 2006
Piu! Atchim!
Reparem bem, uma galinha foi encontrada esta manhã inanimada em Sande Vila Nova.
A isto, normalmente, chama-se Sande de Galinha! Neste caso, acho que chamaram o médico a ver se era gripe... Ainda me estou a rir... Inanimada!!! Em toda a Europa têm aparecido patos e cisnes mortos. Aqui, pelo visto, o melhor que temos para oferecer à histeria colectiva é uma galinha "inanimada"! Lindo... E dentro do espirito cómico da noticia, a foto do Vereador a enquadrar a noticia da galinha inanimada também tem o seu lado cómico...
domingo, fevereiro 26, 2006
Mulher Virtual
Podem ainda escolher entre várias línguas e sotaques.
Aqui:
http://vhost.oddcast.com/vhost_minisite/demos/tts/tts_example.html
sábado, fevereiro 25, 2006
ja que toda a gente o faz...
"vejo ao fundo,
por entre o espesso nevoeiro
que é a noite,
pequenos sóis,
pequenas luas,
que nao sao mais
que todos os olhos
da milenar Lisboa
a ser minha."
o que tem a ver "indonesia" com direitos humanos?!
isto devia ser como naquele filme "à boleia pela galaxia": nesse filme quando alguem tinha uma ideia (num planeta onde era proibido ter ideias), levava logo com uma pa na cara; assim devia acontecer com este tipo de situaçoes, que envergonham a memoria colectiva da Humanidade.
terça-feira, fevereiro 21, 2006
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
domingo, fevereiro 19, 2006
Matematicamente me expresso
Beija os meus senos
Percorre a minha hipotenusa
Perde-te no triângulo molhado, nos meus co-senos e descobre as minhas incógnitas
Abrindo-me com o teu cateto.
Encaixa o teu cilindro no meu cone
Procura
Usa e
Abusa.
Acha o meu vértice G...
Encontra a quadratura do círculo na curvatura dos meus quadris.
sábado, fevereiro 18, 2006
Mulher Stranger
quinta-feira, fevereiro 16, 2006
Cordão humano
Sábado vamos fazer um cordão humano para acompanhar o autocarro do nosso Vitorinha desde o Hotel de Guimarães até ao nosso Estádio!
O percurso é o seguinte:
Hotel de Guimarães --- Av. D. João IV --- Campo da Feira --- Alameda --- Toural --- R. Santo António --- R. Gil Vicente --- Av. S. Gonçalo --- ESTÁDIO D. AFONSO HENRIQUES
Não se juntem em grupos, mas espalhem-se ao longo das ruas para que o cordão percorra o percurso completo entre o Hotel de Guimarães e o Estádio. A concentração começa às 15h.
Os membros do blogue que não são de Guimarães estão também eles convidados a visitar a cidade e participar neste momento que será, com toda a certeza, único. Os de cá nem preciso de convidar...
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
+ 1 X
A inauguração do Centro Cultural de Vila Flor não teve tempo de antena...
CARNAVAL - CONVITE

CONVITE - Festa de Carnaval
Amigos, vou passar musica numa MEGA FESTA de Carnaval, no Dia 27 de Fevereiro, a partir das 22h30, no Centro Cultural do Olival, à face da estrada 222, junto ao Centro de Estágio do F.C.P. em Gaia.
Prémios para as melhores máscaras e muitas surpresas!
Tá tudo convidado...
Entrada: 2 Euros
Informações: renatoribeirogaia@msn.com / 91 491 10 60
Arte ou talvez não!!!
www.galeriarenato.blogspot.com
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
HIPOCRISIA MUÇULMANA
A este propósito, gostaria de vos convidar a ler um texto de Janer Cristaldo, que é, para mim, senão um quasi tratado sobre este assunto, pelo menos uma interessante reflexão sobre o mesmo.
“Tudo começou em 1989, quando o indiano Salman Rushdie publicou Versículos Satânicos. Neste livro, Rushdie reproduziu os versículos Gharanigh, não aceites pelos canonistas do Corão. Trocando os queijos de bolso - ou mutatis mutandis, como preferem os juristas - é como se no Ocidente fossem publicados os evangelhos apócrifos ou gnósticos, não aceites pela Igreja Católica, que aliás são publicados em várias línguas do Ocidente. Embora fosse indiano com nacionalidade britânica, Rushdie foi alvo de uma fatwa do aiatolá Khomeini, então todo-poderoso da "revolução" no Irão.
Eu informo o orgulhoso povo muçulmano do mundo inteiro que o autor do livro Os Versículos Satânicos, que é contrário ao Islão, ao Profeta e ao Corão, assim como todos os implicados em sua publicação e que conhecem seu conteúdo são condenados à morte. (...) Apelo a todo muçulmano zeloso a executá-los rapidamente, onde quer que eles estejam. (...) Todo aquele que for morto nessa empreitada será considerado mártir.
A Europa aceitou tranquilamente a sentença do aiatolá. Em vez de isolar o Irão, o Reino Unido passou a dar proteção a Rushdie. Os demais países da comunidade se mantiveram em silêncio obsequioso. Sem atinar que não se tratava apenas de proteger um escritor perseguido. Mas de repudiar a pretensão megalômana de um padre persa, que pretendeu legislar inclusive no estrangeiro. A apostasia, ou crime, segundo os muçulmanos, havia ocorrido em Londres, com a publicação do livro. Do alto dos minaretes de Teerã, Khomeiny ordenou não só a condenação à morte - como também a execução da sentença - de Rushdie, assim como de todos os implicados na publicação do livro - em território europeu ou onde quer que estes "criminosos" estivessem. Em 1991, o tradutor do livro para o japonês foi assassinado e em 1993 o editor de Rushdie na Noruega foi atacado quando saía de casa.
Só a apatia dos países europeus, na época, pode explicar a reação desmesurada dos árabes às caricaturas anódinas de um obscuro jornal do sudoeste da Dinamarca. Se as democracias ocidentais cortassem relações com o regime do aiatolá naqueles dias, provavelmente não estaríamos vendo hoje as fogueiras histéricas em toda a Europa e países muçulmanos, onde se queimam bandeiras da Dinamarca e Noruega.
Reação tardia, diga-se de passagem. As doze caricaturas de Maomé foram publicadas dia 30 de setembro do ano passado, no Jyllands-Posten, e reeditadas no 10 de janeiro passado pelo jornal norueguês Magazinet. Jornais que não circulam no mundo árabe e muito menos na Europa, mas apenas na Dinamarca e Noruega, dois países de minorias lingüísticas. A reação muçulmana revelou-se uma estratégia de jerico. As charges publicadas no jornal da Jutlândia estão hoje reproduzidas na Internet e nos principais jornais do Ocidente.
Embora uma das charges mostre a cabeça de Maomé formada por uma bomba, não é isto o que preocupa os muçulmanos. Seria absurdo protestar contra caricaturas, um recurso rotineiro do jornalismo desde priscas eras. Alegam então que a religião islâmica proíbe imagens do profeta ou de Alá. O que não passa de um esfarrapado pretexto para agredir a Europa. Iconografia sobre Maomé é o que não falta no Ocidente e inclusive no mundo árabe. Enciclopédias, livros e jornais publicaram desde sempre imagens de Maomé e só hoje, em 2006, os muçulmanos houveram por bem manifestar indignação. Hipocrisia deslavada.
Sem ir muito longe, dou dois passos até minhas estantes e apanho o Diccionario Literario Bompiani, editado em Barcelona, 1963. No segundo volume de Autores, no verbete Mahoma, há nove gravuras do profeta, na maioria da Universidade de Edimburgo, desde seu nascimento até a colocação da pedra negra na Caaba e o encontro com o arcanjo Gabriel. Estas duas últimas gravuras estão em miniaturas de manuscritos árabes. Há também uma miniatura persa do século XV, na qual Maomé monta um camelo ante sua mulher Khadigia. Ou seja, mesmo em universo muçulmano a imagem do profeta já era reproduzida. Este soberbo dicionário (15 volumes) está publicado nas principais línguas da Europa e nunca vi muçulmano algum condená-lo por blasfêmia. A julgar-se pela escalada da violência, vão acabar pedindo a proibição da Divina Comédia, onde Dante joga o profeta no oitavo círculo do Inferno, destinado aos semeadores de discórdia.
Em vez de protestar contra os jornais, os muçulmanos queimam bandeiras e embaixadas dos países envolvidos na affaire. Dirigem-se não aos jornalistas, mas aos Estados. Para um muçulmano, é óbvio que todo Estado tem controle da imprensa. Esta é a norma nas teocracias árabes, onde não há liberdade alguma de expressão. Estes senhores precisarão de mais alguns séculos para entender que, em países democráticos, a imprensa é uma instituição que limita inclusive os desmandos do Estado.
Se criticar religiões ou deuses fosse proibido no Ocidente, a Europa ainda chafurdaria nas trevas da Idade Média. O Ocidente sempre foi crítico em relação a seus deuses, e mesmo Jeová, o único, teve de ouvir poucas e boas de pensadores e poetas como Voltaire, Diderot, Guerra Junqueiro ou Nietzsche. Ainda há pouco, eu escrevia: na Europa de hoje você pode dizer o que quiser até mesmo da mãe do Cristo. Só não pode criticar Maomé.
Y a las pruebas me remito, como dizem os espanhóis. Ano passado, terminei a leitura de
Que a religião islâmica proíba imagens de Maomé, nada temos contra. Mas não venham estes cortadores de clitóris pretender que países não islâmicos proíbam a seus jornais, enciclopédias e bibliotecas publicar as ditas imagens. Os alaridos do mundo árabe não passam de mera farsa. Que acesso têm à imprensa habitantes de um universo majoritariamente analfabeto? Que acesso tem o mundo árabe a dois jornais da Escandinávia? A onda de protestos não passa de uma agressão planejada à Europa, fruto do ressentimento de habitantes e imigrantes do Terceiro Mundo muçulmano.
Chefes de Estado europeus estão se desmanchando em salamaleques aos árabes, pedindo desculpas pelas ofensas ao Islão. No fundo, negam - ou propositadamente esquecem - o acórdão de Handyside, reconhecido pela Corte Européia de Direitos do Homem, em 1976. Que reza: "A liberdade de expressão vale não apenas para as informações ou idéias acolhidas com favor, mas também para aquelas que ferem, chocam ou inquietam o Estado ou uma fração qualquer da população. Assim o querem o pluralismo, a tolerância e o espírito de abertura, sem o qual não existe sociedade democrática".
Mas de nada adianta falar de democracia para brutos.”
E nem vale começar aqui a falar de verdadeira religião, de xenofobia, de direita e de esquerda, etc – não neste caso - , senão apenas se terá encontrado um pretexto e não uma causa (pelo menos do lado do ocidente), nem vale a pena (eu não o faço) começar a pedir desculpa – talvez devêssemos ouvir era um pedido de desculpas. Os únicos que devem pedir essas desculpas e penitenciarem-se são os extremistas, religiosos e políticos, de um lado e de outro, os que dão palha à população e comem lagosta, trocam petróleo e gozam com as civilizações, alimentando-se do ódio e ignorância alheias.
Para finalizar, proponho-vos, também, a leitura do artigo que aqui encontrarão: Opinião: Caricaturas de Maomé e caricatura da democracia. Podem não gostar do Delgado, mas desta vez ele esteve bem.
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Sporting de Classe
O Sporting prepara-se para ser campeão nacional. Com muito querer, garra e determinação, este objectivo está perfeitamente ao alcance do maior e melhor clube do mundo.
O Porto e o Benfica são as desgraças do costume. Os seus actuais dirigentes espelham bem a mentalidade associada a cada um dos supra citados e ambos deviam participar no campeonato dos insultos, correndo o risco de ser uma maratona sem fim, pois ambos têm um reportório alargadíssimo de calúnias. E ainda a roupa suja não começou a ser lavada.
O presidente da nossa liga de futebol foi ou vai ser acusado de mais de 20 crimes de corrupção. Alguém o questionou acerca da demissão do cargo?
O presidente do Nacional vai fazer uma queixa crime em tribunal contra o grande Ricardo Sá Pinto. Não sei porquê, mas tudo o que lhe possa ter dito, foi com certeza bem dito. Olé Sá Pinto, Olé...
O Sporting destaca-se dos outros pela forma superior de estar no desporto. Somos um clube de classe ímpar em Portugal.
RUMO À VITÓRIA NO CAMPEONATO JOGADO DENTRO DAS QUATRO LINHAS E AO CAMPEONATO DO SABER ESTAR.
P.S. - Vitorianos, o que se passa?
terça-feira, fevereiro 07, 2006
Liberdade de Expressão
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
Tic tac Tic tac
como me irrita o barulho do relógio que está mesmo aqui do lado, na mesinha de cabeceira. Nem assim, deitada, sozinha e no escuro me livro dos ruídos estridentes do mundo.
Tic tac Tic tac...
Ainda por cima está uma fila enorme no caminho da imaginação que me deixa cansada por estar tanto tempo em pé. Ai uma vassoura voadora e um ar frio na cara... gostava de ser uma bruxinha e fazer click com os dedos. Puff! Toda eu me transformo em nevoeiro. Tanto fumo à minha volta! Não vejo nada, nem a nadar no vazio como se estivesse a sacudir migalhas do ar!
Tic tac Tic tac...
Irra! Que tu me irritas. E ainda por cima me gozas, pois quando te fito com a sensação de ter passado uma vida, transformas-me esse tempo num minuto.
Tic tac Tic tac...
Dá-me mais tempo. Ali no nevoeiro que me serviu de máscara quero encontrar a forma do banco do meu descanso. Olha para o fundo e vejo o vazio. Xiiii, o vazio numa fila tão grande!! Nunca mais chego à frente. A linha está interrompida. Alguém cortou o fio da ligação. A chamada caiu e o recall falha constantemente. Enfim, a imaginação anda concorrida!! E a realidade parece cada vez mais distante.
Tic tac Tic tac...
Já te calavas oh sininho da consciência.
Tic tac Tic tac...
Serves-me de banda sonora nesta espera que nunca acaba. Mesmo assim, eu espero pois o nunca há-de ter fim também. Aaah ser o eco da natureza, o vento que voa e o grito mudo do abismo. Ser a rainha do tempo, a cor no arco íris e a chuva no deserto. Ser o que faz falta. Acreditar no impossível e viver na possibilidade de não o concretizar. Assim ressalta-me com maior veemência a sua concretização.
Tic tac Tic tac...
Não, não é um jogo de antíteses nem palavras figuradas para parecer o que não é, sendo-o. É esse barulho que me arrepia os dentes pois afia-me o pensamento. Dás-lhe um ritmo. E se não o sigo, perco-lhe a meada. E depois, perco-me eu no meio deste novelo que já lhe perdi a ponta.
Tic tac Tic tac...
Irra que tu és chato!!
Tic tac Tic tac...
Está bem, desisto do esforço de não te ouvir. Ganhaste mas só desta vez. Agora, e porque estou cansada e o bilhete não dá para mais, vou-te usar. Já que não te venço, junto-me a ti.
Tic tac Tic tac...
Eu já estou a dormir!
domingo, fevereiro 05, 2006
Orgia das palavras
Como se escrever fosse fazer amor com as letras e o palpitar que se sente na pele fosse a palavra ecoada naquele grito que não se contém, naquela angústia que se solta no momento de grande tremer, da simbiose do gemido e do prazer!
E depois...
Depois fica a paz, o gozo no espanto
Do grito que soltei,
Dos pensamentos a que me entreguei,
Das viagens que vivi,
Das sensações que senti...
Das palavras que escrevi!
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
quarta-feira, fevereiro 01, 2006
Bill Gates em Portugal
Este projecto vem no seguimento da iniciativa da maior fabricante de software do mundo, em criar 20 milhões de novos postos de trabalho e para isso "criar estas parcerias e vamos trabalhar todos juntos".
Contra a atitude do governo não tenho nada a apontar, acho muito bem que continue a aproveitar todas as oportunidades como esta.
Mas, não estará a empresa milionária de Bill GAtes a semear o monopólio? Será bom uma empresa lider de mercado continuar a tentar desmantelar a concorrência (por muito pequena q seja)?



