sábado, setembro 17, 2005
sexta-feira, setembro 16, 2005
quinta-feira, setembro 15, 2005
Rumo à Conquista

O grande SPORTING inicia hoje mais uma caminhada rumo a um título europeu. Estou plenamente convicto que vamos fazer uma excelente época, onde os azares da última semana de competição do ano anterior não se verificarão. E se assim for, este ano será tudo nosso...
FORÇA SPORTING.
Sempre a combater,
A curva a cantar,
Pra te ver ganhar,
FORÇA SPORTING OLÉ...
Citação sobre a mudança
"Há duas coisas que a experiência deve ensinar: a primeira é que se torna indispensável corrigir muito; a segunda é que se não deve corrigir de mais."
Autor: Delacroix , Eugène
quarta-feira, setembro 14, 2005
O meu Ideal de Sociedade
Para o Estado defendo as seguintes funções:
- O Estado deve assegurar a sobrevivência de todos os seus cidadãos, através da distribuição gratuita mas racionalizada de comida e água; Sem a existência da propriedade privada, estes bens seriam-nos oferecidos pela natureza e são um direito apenas pelo simples facto de termos nascido.
- O Estado deve assegurar a todos os seus cidadãos a liberdade de expressão e de circulação;
- O Estado deve prestar os seguintes serviços à sociedade: saúde, educação, segurança e justiça;
- O Estado deve regular a actividade económica de uma forma simples e quase minimalista através da fixação de um salário e horário de referência e de regulamentar ao nível das condições de trabalho e de protecção do ambiente;
Para o exercício destas funções o Estado necessita de receitas. Estas seriam obtidas através de um sistema fiscal simples e transparente, assente apenas nos impostos sobre os rendimentos das pessoas e das empresas (taxa única para os dois) e acabariam todos os impostos indirectos. Provavelmente a taxa de imposto teria que ser 50%, como se paga nos países escandinavos, mas todos os produtos ficariam incomparavelmente mais baratos.
Os valores superiores e intocáveis defendidos por este Estado seriam: a liberdade e a paz.
Com tanta liberdade, como posso eu ser de esquerda ou de direita? Cada uma restringe áreas específicas da sociedade.
P.S. - Para isto ser possível teriamos que sair da U.E. ou este Estado ser adoptado ao nível comunitário. Caros Johny e João da Ega, neste Estado não seria necessário trabalhar para sobreviver, mas se quisessem ter uma TV ou um carro teriam que o fazer. Este texto carece de tempo e de uma reflexão mais profunda... :)))
terça-feira, setembro 13, 2005
Sr. Primeiro Ministro, ouça o que eles dizem!

" Uma subida geral na taxa dos salários resultaria numa queda da taxa geral do lucro, mas, em termos gerais, não afectaria os preços das mercadorias"
" Aumentando a taxa de salários, cresce o consumo e, forçosamente, diminui o desemprego"
"Uma subida geral dos salários produziria uma subida na procura e, consequentemente, os capitalistas seriam compensados, pelos preços de mercado resultantes do aumento de vendas das suas mercadorias."
Karl Marx e F. Engels in "Salário, Preço e Lucro" (Edições Avante, 2004)
Utopias Cósmicas - a minha via!
Ideias não faltam, talvez não haja nada tão inútil e apaixonante como pensar e simular virtualmente modelos de sociedade...eu acho que já falei sobre isto há uns tempos...
Vou dar mais um tirito: eu já li e pensei muito sobre isto e, já concluí que desenvolver modelos que estejam completamente desfasados do nosso mundo, não passarão de modelos e belas ideias...a atitude inventora é sempre benéfica para a discussão, mas a prática de um modelo tem um ponto de partida que não se experimenta em laboratório...há que pegar sem dúvida na nossa sociedade. Para mim, que não sou fascista, é difícil dizer isto, mas eu acho que a liberdade das iniciativas individuais deve ser restringida, e para mim, deve ser pelo Estado que fornece condições à Justiça e à coacção, (A ver o debate do programa do canal 1 ontem sobre assuntos imobiliários obscuros nos municípios) tudo o que é fiscalizações e inspecções, confirmou-se de fulcral para o desenvolvimento sustentado das sociedades).
Olhando só para a Europa, pois considero o bem-estar social mundial impossível, acho que a solução é sobretudo fiscal:
Li há pouco tempo um artigo sobre Tributação Forfetária, e posso dizer que me agradou bastante. Uma empresa, por exemplo, terá que pagar um imposto fixo de X se obtiver Resultados Líquidos no mínimo de Y.Pagará o mesmo X se tiver de R.L . Y+1. Este nível de Y seria fixado governamentalmente para as diversas actividades (em género de objectivos). Esta medida ria limitar o número de empresários aos lucrativos e competitivos, e incentivar a inovação. Quem não gerasse o valor necessário, pagaria uma boa maquia para o Estado (tem que haver um líder!), que, através dos seus eficientes gabinetes (a minha utopia está aqui) proporia alternativas para a disposição de aplicação de capital do empresário!
Desta forma dava-se início a uma espécie de mistura entre a boa iniciativa privada e a bem intencionada Planificação Central. A Justiça e os seus membros inspectivos e fiscalizadores são fundamentais... talvez com grandes gastos no início, mas passados uns anos, tinham-se espantado os chicos-espertos e reeducado as pessoas!
segunda-feira, setembro 12, 2005
A nova Constituição da República
Aqui vos deixo a nova Constituição da República, a qual sucederá à Constituição vigente de 1976 e a qual vigorará durante mil anos.
"Carta Constitucional da República Portuguesa
Portugal é uma República soberana de homens livres, felizes e fraternos.
Todo o Homem é livre. Livre do estado, livre de Deus, livre das Leis, livre de qualquer instituição. Talvez não seja livre da vida, mas este conceito encontra-se em discussão e não é consensual.
O Homem é um ser para a vida.
Não é certo que o Homem existe, que a vida existe e que isto não passa de um sonho. Não é líquido que assim seja. De qualquer forma, cada indivíduo sabe que pensa e é tido como consensual que o pensamento existe.
Todo o indivíduo deve pautar-se na acção e na omissão por uma coerência própria do mundo das ideias e ter um comportamento fraterno e eticamente válido para com os outros, mesmo que os considere ficções ou mero engano dos sentidos.
A fraternidade é condição sine qua non para a felicidade.
O Homem vive preferencialmente em sociedade.
Portugal é uma República e como tal uma sociedade. Os cidadãos podem optar por viver livremente em Portugal ou no resto do mundo. As sociedades em que existe o valor físico e monetário da propriedade são por nós reprovadas, por se encontrarem nos antípodas da nossa civilização. A entrada e saída de cidadãos nacionais e estrangeiros é permitida, mas limitada filosoficamente.
O Homem tem liberdade de querer ser mau, predador e egoísta. O Homem tem a liberdade de querer ser capitalista, não porque nós a concebemos, mas porque essa liberdade advém do nascimento completo e com vida.
Pelo facto de não existir moeda, forma de pagamento ou qualquer tipo de transacção o indivíduo que quiser viver numa sociedade capitalista ou similar, terá de abandonar o país. Isto não é uma restrição, nem uma proibição, é uma mera axiologia ética.
Não existem verdades Universais.
A verdade é em si mesmo uma utopia. A verdade pressupõe a existência da mentira, visto resultar do seu contrário. Se não existe mentira, também não é concebível a existência de verdade. As coisas pura e simplesmente são.
É proibido proibir.
A proibição é um exercício opressor de cidadania. Liberdade e proibição são dois princípios inconciliáveis. Não existe proibição, enquanto imposição à conduta externa do indivíduo. O cidadão sabe como agir, pelo que não necessita de qualquer medida restritiva ou coactiva. A Liberdade é um fim absoluto que abraça o objectivo da fraternidade e da felicidade.
Não existindo verdades, não é concebível a existência de Deus. Mas também a não existência de tal ente, é da mesma forma inconcebível. Esta é uma questão interior. As crenças e os cultos são coisas privadas fazendo parte da lenda pessoal de cada um. As crenças e os cultos não devem colidir com a liberdade individual.
A expressão dever é aqui utilizada enquanto dever moral, sujeito aos imperativos categóricos kantianos. Não que sejam os únicos, ou que sejam absolutos, mas é consensual, que os imperativos de Kant se aproximam do absoluto. Por força do binómio razoabilidade/ exequibilidade a norma Kantiana é tida como imperativa.
O nosso léxico é rico e prol na utilização desmedida da palavra verdade. Tal é devido a uma influência da doutrina romana-cristã na evolução da Língua portuguesa. Concluiu-se que esta utilização linguística, na maior parte dos casos, não passa disso mesmo, reportando-se a uma mera força de expressão. O vocábulo verdade, sempre que usado, não tem como significado uma concepção absoluta, omnipresente e universal da verificação de um facto ou ideia.
Numa sociedade iluminada a democracia é um sistema quase perfeito.
Cidadãos com elevadíssimo nível de conhecimentos a juntar a uma correcta e eficiente utilização dos meios tecnológicos que dispomos, são condições essenciais para a plenitude democrática.
Todos somos seres para os outros.
A nossa própria solidão é um reflexo da convivência alheia. As demais sociedades apresentam como referência o “self made men”, o indivíduo que se faz à custa dos outros. Na nossa sociedade, o homem faz-se com os outros. Ajudar a causa alheia e conviver com os demais cidadãos não é um imperativo ético, é uma necessidade e uma condição de felicidade. Em Portugal o ser é fraterno. Somos terra de homens felizes porque todos somos irmãos.
Resolução de conflitos:
A diferença é o apriorismo fundamental da civilização. A diversidade é um tesouro da humanidade que se deve cultivar e preservar.
O Homem é um ser imperfeito. O erro é imprescindível à própria condição de Homem.
Existe uma comissão para derimir questões de colisões de liberdades. A comissão analisa e o povo decide, usando o tele-voto como instrumento democrático. Da decisão não cabe recurso."
domingo, setembro 11, 2005
sábado, setembro 10, 2005
Um pedido de desculpas insólito!
"Há muitas formas de protestar contra o Governo, mas há quem se
tenha dado ao trabalho de pagar para o fazer! Foi nos classificados de ontem do Público (página 58) que surgiu um invulgar pedido de desculpa: "Rogério Guimarães, cidadão eleitor n.º 6823, da unidade geográfica de recenseamento das Caldas da Rainha, vem por este meio pedir desculpas a todos os democratas por ter contribuído com o seu voto para a eleição deste Governo.". É mesmo um anúncio nédito!"
sexta-feira, setembro 09, 2005
Espaço de Culto

A não perder...
O Cineclube de Guimarães, no centro cultural de Vila Flor (alguém me poderá explicar onde isso fica, exactamente?), exibirá no próximo dia 20, terça-feira, uma obra-prima do cinema alemão, no meu entender: "Sophie Scholl - Os Últimos Dias" de Marc Rothemund, estreado este ano. Aconselho vivamente todos/as leitores/as a aproveitarem esta oportunidade. O filme, que não esteve em exibição na maioria das salas de cinema portuguesas, retrata uma história verídica sobre a oposição de um grupo de estudantes universitários de Munique, denominado "Weiße Rose” (Rosa Branca) ao regime nazi e a condenação de três dos seus elementos. Eu tive a oportunidade de o ver este ano, na Alemanha, e fiquei bastante impressionada, pela quase ausência de cenários (que se resumem basicamente a uma sala de inquéritos e a uma cela), pelas interpretações extraordinárias de uma nova geração de actores e pelo modo como o argumento/enredo nos afecta. Brutal!
Insistência contra a pobreza extrema
- perdão da dívida aos países democráticos mais pobres (ainda bem que esta já foi em parte tomada);
- liberalização imediata dos produtos agrícolas; esta medida é fundamental e é essencialmente por causa disto que combato a PAC.
- boom de investimento em infra-estruturas básicas como vias de comunicação, saneamento, água potável, hospitais e escolas;
- oferecer condições para que todas as crianças possam frequentar a escola (livros, material escolar, envio de professores). A educação é meio caminho andado para a auto-suficiência. Se apostassemos forte na educação, daqui a 2 décadas o problemas estaria praticamente resolvido.
- combate efectivo à sida. Urge disponibilizar medicamentos e tratamentos mais baratos que possibilitem o acesso a todos os doentes. Estes são os números do continente africano em 2003: 3.2 milhões de novos infectados, 2.3 milhões de mortos, 26.6 milhões de vítimas infectadas.
Quando penso que existem milhões de crianças sem nada para comer e sem água para beber, sinto vergonha de pertencer a esta espécie.
Primeira Sondagem
CAVACO - 49%
SOARES - 32%
Aconselho todos os interessados a lerem as estimativas desta sondagem. As hipóteses que colocam aos eleitores de cada quadrante político são bastante interessantes.
Um exemplo: Quase metade dos eleitores que votam Louça na primeira volta, na segunda votariam Cavaco. E esta, hein?
quinta-feira, setembro 08, 2005
Técnicas Políticas: "Em Cima do Joelho" - Parte I
É muito simples e facil de aplicar, basta reunir uma serie de requisistos e JÁ ESTÁ!
É preciso:
1º) um problema que careça de uma solução mais ou menos urgente;
2º) um Governo que queira resolvê-la rapidamente ( a eficacia da medida é irrelevante);
3º) uma comunicação social que venda tudo como a "Melhor Coisa do Mundo".
EXEMPLO:
Formação em Matemática para Professores do Primeiro Ciclo
Para começar a formação, para já, é so para os professores dos 3º e 4º anos.
Em segundo lugar, não é formação cientifica, mas formação pedagógica. E quem vai dar essa formação pedagógica?! As mesmas pessoas que formaram os professores primarios!
Confuso?
No minimo, meus caros!
Mas no fundo é simples: o Governo em vez de apostar em formação cientifica no campo da matematica junto dos professores primarios, não senhor, prefere formar a sua pedagogia no "Universo dos Números".
E voltam assim a encontrar os antigos professores...
passo a citar parte da noticia do DN de Quinta-feira, 8 de Setembro, para ajudar a perceber:
"A ideia é que, pelo menos uma vez por mês, um professor da ESE (Escola Superior de Educação) assista e participe numa aula, ajudando o professor a desenvolver novas competências pedagógicas no ensino da matemática."
Este é um bom exemplo daquilo a que podemos chamar "Medida Em Cima do Joelho"!
Reparem que não se vai à raiz do problema!
Os curriculos dos cursos para professores primarios foram alterados, de maneira a ter uma componente matemática mais profunda? É claro que não!
E porque não? Porque estes professores são alunos derivados das áreas de Humanidades que não tem uma disciplina de Matemática durante 2 anos, logo não se pode pedir muito deles!
Até porque uma parte significativa fugiu da Matemática no Secundário, como o Diabo foge da Cruz!
Vai daí, aplica-se a solução mais fácil. E daqui a a uns tempos, estão outra vez a arranjar mais uma maneira de combater o insucesso na matemática. Porque em vez de tomar uma medida decente, que ataque a raiz do problema, não, optam por "Medidas Em Cima do Joelho"...
... até quando?
Reflexão II
When Mebula Ramsandra
Was five years old
His mother told him that if he wanted
To be a big strong man
He'd have to drink all his milk
And he did
When Mebula Ramsandra
Was seven years old
His teacher told him that if he wanted
To go to grammar school
He'd have to try harder with his homework
And so he did
When Mebula Ramsandra
Was fifteen years old
His lecturer told him that if he wanted
To be a lab technician
He would have to go to University
And he did
So, ten years later
When Mebula Ramsandra
Was twenty-five years old
A big, strong, clever, educated and postgraduated
The man on the other end of the telephone said
If he wanted to work for him
He'd have to be big, strong, clever, postgraduated
And white.
Valerie Noble
A minha Utopia
Sou adepto do velho ideário revolucionário que tem como axiomas únicos e cumulativos a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade. A sua conjugação é imperativa e não admite restrições. Se a liberdade fosse restringida viveriamos sob o signo da ursupação; Se a igualdade for apenas formal e não material, encontraremos uma sociedade bem parecida com a nossa onde o fosso entre ricos e pobres é assustador; Se a fraternidade for substitúida pela solidariedade, como acontece, faz com que vivamos numa sociedade hipócrita em que ajudar o outro é um imperativo de cordialidade, de bom senso, ou de vangloria pública e nunca um imperativo categórico moral independente de recompensa, que tem em vista o amor entre os Homens.
Tendo em conta que o conceito de Estado desapareceu, como costatou Fukuyama, e que a ordem global impera, não faz sentido vermos as coisas do ponto de vista nacional, pois este é irrelevante e tenho, mesmo, dúvidas sobre a sua existência. Os problemas terão, então, de ser entendidos à escala mundial.
O maior problema que encontramos nos dias de hoje, é a "decaláge" entre os países desenvolvido e os restantes. Apesar de todos os problemas que o primeiro mundo atravessa, temos um nível de vida excelente. Demasiadamente supérfluo, mas ainda assim excelente.
Por muito altruistas que possamos ser, é da condição humana, sermos incapazes de destruir o nosso "modus vivendis" para o substituir por um, em que o nível de vida material seja pior, mas em que exista uma simetria entre as populações do globo. Por isso, o ónus, está no lado das pessoas que vivem nos países subdesenvolvidos e, as quais, representam 80% da populção do planeta. O ónus revolucionário está no lado dos negros, dos asiáticos, dos sul-americanos e dos àrabes.
Existem recursos suficientes no planeta para que todos possamos viver bem. Esse tem de ser o primeiro objectivo de uma nova ordem global e só pode ser conseguido pela via revolucionária, pela revolta daqueles que nada têm perante aqueles que têm quase tudo.
O segundo objectivo é que possamos viver todos em Liberdade, igualdade e fraternidade. Como escrevi no meu primeiro livro "Quinto-império, o primado do Homem" ( Edições Antígona, 1997), esse ideal só pode ser conseguido pondo a ciência ao serviço do Homem. É necessário desenvolver a ciência tendo em conta que o Homem é um ser para o ócio, para o prazer e para a metafísica, substituindo a força motriz humana por autómatos que produzam o mais possível.
O terceiro objectivo tem que passar pela uniformização de um sistema político à escala mundial. A Democracia é o mais justo dos sistemas políticos mas, é um sistema que só releva quando os cidadãos são letrados e esclarecidos e, quando possa ser usada de forma directa. Pelo que na primeira fase, teríamos de viver sobre uma ditadura dos fracos e oprimidos e com todos os inconvenientes que isso acarreta... No entanto, em poucas décadas, poderíamos, com toda a população mundial esclarecida e bem informada, transitar para uma democracia, sem partidos nem lobbies, mas em que a participação seria directa. Defendo para isso, a existência de um comité central global com funções executivas, cujos membros seriam eleitos directamente por tele-voto e cujas decisões seriam promulgadas pelos cidadãos através do mesmo tele-voto.
O quarto objectivo é o estabelecimento do Amor entre os Homens e da Felicidade, mas esse já depende do campo metafísico e está sujeito à mudança de comportamentos milenares e da própria condição humana. Contudo, continuo acreditando no mito do "bom Selvagem" de Rousseau e acho que isso não será assim tão difícil...
Esta é a minha visão e a minha ideologia, pode ser uma utopia, mas fico sempre com vertigens quando penso que a utopia actual chama-se neo-liberalismo, dando prevalência ao "self-made men", sempre à custa de outrém e em que o objectivo é maximizar o lucro.
A "gründ-norm" actual, é pura e simplesmente, termos dinheiro para alimentarmos a nossa insaciàvel gula materia,l e esse não é, definitivamente, o caminho certo.




