sábado, maio 21, 2005

Apelo ao Presidente da Republica

Depois de se verificar em apenas dois meses de Governação, Ministro desmentido pelo primeiro-ministro, Ministro que ameaça demitir-se caso as suas propostas não sejam aceites e ainda Promessas eleitorais que passaram ao esquecimento, por favor não destitua o Governo e a Assembleia da Republica.

Por favor continue apenas a sua em campanha pelo SIM nas escolas, como refere Pacheco Pereira.

Pelo bem do seu Partido, pelo bem de Portugal.

É preciso ter "lata"

O presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, Fernando Ruas, solicitou ao primeiro-ministro, o fim dos actuais limites ao endividamento dos municípios, rejeitou ainda a ideia de que os municípios tenham contribuído para a actual crise orçamental.

Tensão no Governo

Segundo afirma a edição de hoje do semanário “Expresso”, Campos e Cunha, Ministro das Finanças, não está disposto a abdicar do conjunto de medidas que considera indispensáveis para combater o descontrolo das finanças públicas., prefere sair do Governo.

Uma Questão de Optimismo

Antes de mais, quero deixar claro que jamais quis dizer que não existiam democratas em África ou na América-Latina (aliás a maior parte dos países deste continente já são democracias, e cada vez mais fortes). O que quis dizer foi que os valores que referi no texto anterior foram defendidos e ressurgiram com o iluminismo francês, espalhando-se depois por grande parte da Europa. A ciência e o racionalismo surgiram igualmente na Europa, antes do iluminismo. As diferentes expressões culturais (pintura, música, teatro) e a própria política surgiram na Europa, muito antes do racionalismo e da ciência.
O povo europeu tem muito de romano e de grego. O povo europeu é cristão há 2 mil anos. A forma de organização social foi semelhante durante séculos em quase toda a europa (nobreza, clero e povo, aparecendo mais tarde a classe burguesa).
A Europa já tinha abulido a escravatura, e nos EUA havia uma guerra civíl por causa desta questão.
Ou seja, aquilo que nos une, os grandes valores, vem desde à pelo menos 2 milénios e meio.

Quanto à guerra com o Iraque, praticamente 50% da população americana estava contra. No entanto, apresentou-se perante o mundo unida. Só assim conseguem ter uma voz forte. Na Europa teria que acontecer o mesmo. Por isso é que defendo uma verdadeira Política Externa e de Segurança Comum (PESC), um dos pilares do tratado de Maastricht. Por isso critico este tratado, por não ir mais longe nesta questão que considero a mais importante para a futuro da Europa.

Outra questão para as quais o "Não" não apresenta argumentos, é como pretende desbloquear as situações de impasse e inacção que com toda a certeza surgirão, devido ao actual sistema de votos. Passem os olhos pela tratado neste ponto. Pessoalmente, acho-o bastante democrático.

Actualmente, o presidente executivo da União é um português. No futuro não terei problemas alguns em ter um presidente alemão, francês, esloveno ou polaco. Desde que a democracia e a liberdade continuem a imperar.

As pequenas diferenças de tradições e costumes que existem entre os países europeus, do meu ponto de vista só enriquece a cultura europeia. Preservá-los compete a cada um dos países.

Ver

Ora meu caro Miguel (podes-me chamar Xavier se preferires isso ao "despertador", que foi um nick criado para um outro blogue),
Agora sou eu que discordo. E creio que discordamos em dois ou três pontos que tornam difícil a aproximação.
Primeiro o comum. Também me entristece o crescimento de votos nos partidos nacionalistas. Parece-me que tal acontece, precisamente por se deixar determinados temas para esses partidos. Este é um exemplo, por que será que quem apoia o "Não" à Constituição é sempre conotado com partidos extremistas? Será que os meus pontos de vista são nacionalistas ou comunistas? Acredito que não, mas como os moderados querem o "sim", transmitem apenas a ideia que a UE é um mar de rosas, algo que leva algumas pessoas, talvez as mais afectadas pelos problemas da União (que, como qualquer país ou federação, também os tem) a optar pelos únicos partidos que, de uma forma populista, lhes vai vedando a vista. É este medo de discutir alguns tabus (e sim, o "Não" à Constituição tornou-se numa espécie de tabu) que leva, por exemplo na Alemanha, ao forte crescimento dos partidos Neo-Nazis. Não se discute, tem-se medo, como noutras matérias, de ir além do partidário. Isto também é triste.
Concordo também com os canais existentes para a nossa informação. Contudo, o que ninguém informa é o que virá depois, que consequência terá isto no futuro? Como sempre é nestes casos, o futuro só interessa quando lá chegarmos. No entanto, uma Constituição que demorou meses a ser concluída e em que poucos ou nenhuns eram os países satisfeitos, não é um bom indício para o futuro.

A partir daqui, discordo. Tu dizes que em nada nos assemelhamos aos africanos ou aos sul-americanos (entre outros), não podias estar mais distante de mim. A ideologia que tu apontas como sendo a que une a Europa (liberdade, iniciativa privada e democracia), em que ponto nos afasta destes povos? Não há democratas em África e na América do Sul? Não há lutadores pela liberdade? Não podes discriminar os vários pontos do globo que mencionaste apenas por terem sido locais colonizados que nós (os europeus democratas e libertadores) deixámos ao «deus dará». Sinto-me mais próximo dum africano e dum sul-americano do que dum Alemão. A mentalidade é a mesma, a forma de ver o mundo também, afinal, estivemos (nós ibéricos) lá durante séculos... Que outra razão encontras para a Commonwealth? Ou por que te parece que o Brasil tem liderado a CPLP? Nós andamos por aí preocupados com a Europa quando o património cultural comum que temos com os países de língua portuguesa poderiam ser uma outra forma de chegar ao que defines como: "Num mundo globalizado e democrático, os maiores países, mais populosos e poderosos serão aqueles que conseguirão fazer prevalecer os seus valores." Quanto a ideologias, esses países também as têm. Não podemos confundir a ideologia com o seu historial de líderes antidemocráticos nomeados ou colocados no poder por esses países que defendes como exemplos de ideologia.
No que toca à Guerra do Iraque, não sei em que é que uma Federação ajudaria a uma tomada de posição diferente, afinal grande parte dos países europeus de peso eram a favor da guerra, exceptuando a França e a Alemanha, logo a diferença estaria, muito provavelmente, no ingresso de tropas alemãs e francesas no pelotão «libertador» do Iraque.
Não me considero um iluminado, muito menos um Velho do Restelo, acho que a Europa poderá seguir outros caminhos que não, caminhos esses que, por não serem federais, são mais democráticos e livres. Não se trata aqui o de ser governado por Franceses ou Alemães (que, de qualquer forma, não me agrada), trata-se apenas de uma ligação cultural que não sinto presente, como sentem, por exemplo os Norte-Americanos. Culturalmente são iguais (ainda que com as suas variantes). Sempre detestei uniformizações e uma Europa federal tende a uniformizar, por muito que não o queiras, e eu detesto uniformes.

PND faz campanha pelo NÃO

sexta-feira, maio 20, 2005

Ver Mais À Frente

Discordo quase na totalidade com o nosso amigo Despertador. De facto, o único ponto em que estou de acordo é na falta de informação, no facto das pessoas irem votar sem saberem em quê. No entanto, para as pessoas mais interessadas não faltam canais de informação.

Quero igualmente afirmar que não li o texto constitucional. Contudo, sei basicamente aquilo que pretende. Sei aquilo em que discordo. Sei aquilo em que acredito e sei aquilo que falta para o texto ser completamente do meu agrado.

Eu vejo a União Europeia como uma união entre povos que partilham os mesmos valores fundamentais (ver Carta dos Direitos Fundamentais). Somos ocidentais. Se olhar para o globo, qual os países com que temos mais semelhanças? Com certeza os europeus. Não são os africanos, nem os latino-americanos, nem os indianos, nem os árabes, nem os chineses, nem os japoneses. Fora da Europa, e actualmente com bastante discordância em assuntos como o Tribunal Internacional de Justiça, o Protocolo de Quioto e a Guerra do Iraque, os EUA são o país a que mais nos assemelhamos em termos de valores. Iniciativa privada, democracia e liberdade. (Ler "O Choque de Civilizações" de Samuel P. Hungtinton - muito falado após os ataques do 11 de Setembro)

A globalização é um processo imparável e cada vez mais acentuado. Num mundo globalizado e democrático, os maiores países, mais populosos e poderosos serão aqueles que conseguirão fazer prevalecer os seus valores. A Europa desunida jamais terá uma voz de peso na cena internacional.
Acho que a Europa deveria ter uma única participação no Conselho de Segurança das ONU. Em princípio passarão a ser 3 brevemente. Para a credibilidade da Europa é crucial que fale a uma só voz.

Outro ponto a favor do SIM são os mecanismos de tomada de decisões que precisa urgentemente de ser simplificado e menos rígido, de forma a não bloquear a União e tornar esta uma instituição absoleta onde as decisões dificilmente seriam aprovadas.

Critico o Tratado por não ir mais longe, mas compreendo que a mentalidade dos europeus ainda não esteja preparada para a união política (se calhar nunca estará). Veja-se a percentagem de votos em partidos nacionalistas a aumentar por toda a Europa. Entristece-me.
Eu fui contra a guerra no Iraque e Portugal enquanto país foi a favor. Não poderia deixar de ser português, e o mesmo terá que se passar em relação à Europa. Nunca estaremos sempre a favor, mas os assuntos terão que ser discutidos internamente e mostrarmos união para o exterior. Para o bem da credibilidade da Europa. Para o bem dos direitos fundamentais que todos defendemos.

Não defendo a Constituição quando prevê um único objectivo para o BCE. Ao controlo da inflação, deveriam ser acrescidos os objectivos da criação de emprego e do crescimento económico. Mas isto são pontos circunstanciais, que poderão ser alterados, e que não poderão impedir a aprovação do Tratado por causas superiores e indispensáveis do meu ponto de vista.
Critico deste sempre o PE(C) - de crescimento tem pouco - , mas nem por isso deixo de ser europeísta, por valores superiores a uma simples política orçamental com que discordo. Discordo em muito com a PAC, mas não deixo de ser europeísta.

Porque sou um simples europeu. Porque acredito que valores como a paz, a democracia, a liberdade, a justiça e a igualdade de oportunidades terão mais garantias de serem mantidos se a Europa se conseguir manter unida.

Este passo para alguns é longo demais. Para mim é curto. Mas sempre é melhor do que ficar no mesmo sítio ou até andar para trás. Rumo a uma federação. Rumo à União Europeu. Vamos concretizar o sonho daqueles que, depois de uma II Guerra Mundial catastrófica para a Europa, sonharam com uma Europa unida e de valores comuns.

Ovelha Negra

Ora, pelas primeiras reacções, parece-me que sou a ovelha negra cósmica (uma metáfora terrível). Como disse, votarei "não" (a não ser que me convençam, claro está). Tenho algumas razões, podem até não ser as melhores, mas são as minhas razões. Tal como o Pacheco Pereira, não acredito que venha aí o fim do mundo se não ratificarmos o tratado de Constituição Europeia. Não sei para quê esta obsessão por uma constituição só. Que mal tem termos as nossas constituições, mais adaptadas, certamente, à realidade de cada país? Aceito que, em certas coisas, tentemos igualar os outros membros da UE, mas, no que toca a particularidades referentes a cada país, as diferenças têm que ser intocáveis. A constituição portuguesa foi feita pelo nosso país e para o nosso país, contendo o retrato do que melhor tem Portugal (tem as suas falhas, mas a intenção era essa). Agora digam-me, em que é que nós somos semelhantes aos nórdicos? Em pouco, no que toca ao desenvolvimento (o que é pena); em nada, no que toca à maneira de estar no mundo (falo sempre, claro está, do melhor de Portugal). Podem-me dizer que é o comboio da mudança que aí vem e que temos que apanhá-lo... muito bem, contudo, quero apanhá-lo com as particularidades que fazem de mim português. Não sou nacionalismo, mas defendo que culturalmente eu sou muito diferente de um inglês ou de um nórdico (diferenças essas que se tornam ténues se nos compararmos com a Espanha ou a Itália). Espero ter explicado bem este ponto (duvido, mas espero).
Como perceberam sou anti-federalista. A União Europeia é hoje um exemplo mundial, porque une os países pela ideologia social e económica. Este sonho europeu agrada-me, para além disto é, como referi, unir o que não tem união.
Sou regionalista, logo, defender a centralização europeia é contraditória com a primeira ideia. Não defendo o tratado de Bolonha, ainda que o aceite, por ser ao nível do Superior. No entanto, o sistema educativo deve existir em função do país em que se insere, não pode nunca ser o país a adaptar-se à educação que tem (este facto explica todos os erros que foram as reformas educativas desde o 25 de Abril).
No entanto, em nada me identifico com o argumentário para os "trabalhadores" do PCP ou do BE, por isso louvei entusiasticamente a tomada de posição de Pacheco Pereira (o que raramente acontece, creio até que foi a primeira vez).

Para além disto, voto "não" por haver falta de esclarecimento. Voto "não", porque tal como qualquer contrato não o poderei assinar se não compreender o que lá vem escrito (e assim deviam fazer todos os portugueses, não o contrário).

Pires, realmente também defendo que o referento à Constituição Europeia não seja nas autárquicas, pois daqui até lá nada se esclarecerá e não serão, com toda a certeza, os candidatos às juntas ou às câmaras a fazer esse esclarecimento (será que o Rui Vítor Costa era capaz? - mera provocação...). Só um referendo seria correcto realizar com as autárquicas, o referendo à IVG, pois este já não necessitaria dum esclarecimento tão alargado.

Miguel Carvalho, peço desculpa por não ter lido o histórico :). Sim, sou de esquerda, opositor, em Guimarães, ao partido do Pires e à Juventude a que pertence (sou da JS). Mas não defendo isto ou aquilo pelo partido. Como sempre disse, a ideologia pode ser a mesma e ter diferentes maneiras de ser abordada.

Bom, o post já vai longo. Isto deve estar confuso, mas mesmo assim, um grande abraço por me aturarem.

Conselho da Semana - Leiam Agostinho da Silva.

NIM

Pergunta: "Concorda com a Carta dos Direitos Fundamentais, a regra das votações por maioria qualificada e o novo quadro institucional da União Europeia, nos termos constantes da Constituição para a Europa?"

Resposta: NIM

Como acho que já referi anteriormente, sem uma pergunta esclarecedora, sem um alargado período de informação e principalmente uma posterior clarificação sobre a nova Constituição Europeia, eu voto NIM, nem Sim nem Não, abstenho-me.

Isto é, como já sugeriu anteriormente o Cósmico Miguel, se o referendo e as eleições autárquicas forem no mesmo dia, eu quero fazer parte da estatística da abstenção (votar no partido do Miguel Carvalho) para o referendo, não querendo eu votar em branco (vulgo partido do Saramago).

Sem com isto deixar de votar naturalmente nas equipas Autárquicas (actuais Juntas de Freguesias, Executivos Camarários e Assembleias Municipais) com o perfil que achar mais adequado aos exercícios das respectivas funções, sublinho "actuais", porque a poucos meses das eleições, ainda ninguem sabe ao certo como será feita a nova eleição autárquica.

Se as condições que argumentei para votar NIM, forem ultrapassadas e existir um abrangente empenho na informação e clarificação sobre a matéria em causa, naturalmente votarei SIM., caso contrário já sabem…...…NIM

SIM à Constituição

Antes de mais, parabéns por esta iniciativa Despertador.

Eu já abordei antes, de uma forma superficial, este assunto. É uma questão de procurares no nosso arquivo cósmico do mês de março.

Como federalista que sou, só poderei votar SIM. Divergências existirão sempre, e por isso no futuro poderão fazer-se alterações à Constituição. Agora, este é o passo primordial para iniciarmos o caminho de uma Federação, condição indispensável à manutenção de um papel fundamental por parte da Europa na cena mundial. Mais, uma Europa a 25 só funciona se houver uma maior flexibilidade nos mecanismos de tomada de decisões, correndo estas o risco de nunca serem tomadas se o processo (poder de veto em inúmeras questões) se mantiver como está.

P.S. - Já agora, para o Despertador. És de esquerda ou de direita? Eu sou de esquerda e de direita. E não digas que estou confuso, porque posso explicar-te porquê (Ou então procura no arquivo cósmico - março). :)) Abraço

Sim ou Não

Depois da referência ao Sítio do Não, e da vontade do Johny de querer debater sobre a Constituição Europeia, nada mais vi sobre isso no Observador. Sei que as pessoas devem ter mais o que fazer do que eu, mas podíamos começar a trocar algumas ideias sobre o assunto. Antes de mais, quem, à partida, votará "SIM"? E quem votará "NÃO"? Para mais tarde os argumentos, primeiro vamos saber quem é quem e só depois tentar, quem sabe, convencer os outros.
Eu votarei "NÃO".
Abraço.

quinta-feira, maio 19, 2005

GRANDE SPORTING



Sempre a combater
A curva a cantar
Pra te ver ganhar
Força SPORTING alé

SOMOS OS MELHORES E OS MAIORES...

E para o ano lá estaremos todos a apoiar o GRANDE SPORTING CLUBE DE PORTUGAL.

Valham-me momentos como este... :)


Quanto mais me bates GRANDE SPORTING, mais eu gosto de TI.

Não existem adeptos como os do GRANDE SPORTING.

Nestes momentos difíceis é que mostramos aos outros porque somos um clube diferente.

Sítio do Não

Ao mesmo tempo que se fomenta o debate sobre a Constituição Europeia no Observador Cósmico, o José Pacheco Pereira criar um blog , Sítio do Não, para reunir opiniões contra o Tratado para a Constituição Europeia.

O Ex-deputado do Parlamento Europeu apela,“Todos aqueles que querem votar NÃO e não se revêem no NÃO do PCP e do BE à Constituição Europeia, de que estão á espera para organizar um movimento...?”

A Visitar,

quarta-feira, maio 18, 2005

Défice...somos os maiores!

Mais uma vez, contrariando o estigma da pequenez do espírito tuga, confirma-se a grandeza do défice do estado. Sinto-me orgulhoso e gostaria de dar os parabéns aos responsáveis deste feito, mas, incompreensivelmente, não os há...o que faz lembrar o também típico sentimento altruísta tuga! Vivemos num pequeno país mas com grandes pessoas.

Vamos a caminhar para o desastre, mas acreditem, ele é bem necessário...somos a pasmaceira de país que somos porque a iniciativa nunca foi incentivada, porque o fundo do poço tem sempre água, porque não temos guerras (nem na própria revolução!), porque não há tsunamis nem tremores de terra, nem furacões, nem terroristas, nem vitórias do benfica no campeonato...

Sem copiar exemplos, peço que se pense nos países mais desenvolvidos da actualidade, e se veja como da desgraça extrema dos seus passados recentes (+/- 1 séc.), eles se tornaram modelos de sucesso!

Isto é como no futebol...ás vezes começando a perder assiste-se às mais belas jogadas e golos, enquanto que começando a ganhar, essa mesma equipa se conforma e deixa de empreender para apenas funcionar segundo a normalidade...

Temos que ser o melhor de nós próprios, SEMPRE, não é preciso estar a perder! (Miguel , passa palavra ao plantel do SCP)
Eu não preciso que a desgraça se dê, já estou mentalizado...venha daí o défice, tou pronto!
Vamos orgasmizar Portugal com este sentimento vencedor!

PS: Tenho uma amiga a fazer um mestrado em Brugge, que se tem debruçado bastante sobre a Constituição Europeia, e ela têm procurado veículos de divulgação e clarificação do que realmente nos espera, e eu pensei no observador....que dizem???ela diz que visa esclarecer e fomentar o debate...quanto ao primeiro ponto, é difícil neste blog :) mas quanto ao segundo, penso que jogará em casa! Que procedimento devo eu tomar? aguardo réplicas

terça-feira, maio 17, 2005

Cada vez pior...

Meus caros amigos,

A culpa é do Governo de António Guterres. Por mais voltas que dêem, por mais que pensem, não há hipótese, a culpa é do Governo dele. Todos sabemos que aquele momento foi de infelicidade, pois quando se pensava que tudo estaria encaminhado para cumprir desígnios importantes, eis que o Ricardo sofre um ganso do tamanho do Estádio da Luz. De quem é a culpa? Claro que é do Engº António Guterres. Há dúvidas? Claro está que Marques Mendes já fez questão de lembrar que, se não tivessem os Governos de Durão Barroso e de PSL tomado medidas a coisa estaria muito pior.
Agradeço-lhe o facto de nos ter lembrado que o PSD ainda mantém o discurso a que nos habitou: a culpa é dos outros.

Quanto às promessas de José Sócrates, oponho-me a que se quebrem, pois ninguém deve prometer sobre aquilo que não conhece, se não fazia ideia que o país já nem tanga tem, estivesse calado. E depois, se na A.R. já se sabia que poderia chegar aos 7% (dito desta forma até parece coisa boa) e mesmo assim se disse que não haveria, por exemplo, aumento de impostos, então não há desculpa.

P.S. - Queria deixar, aqui, desejos de melhoras ao Dr. César Machado que foi ontem internado, vítima de um ataque cardíaco. Um grande abraço.

...ainda o Défice Orçamental?

O Vítor Constâncio, Governador do Banco de Portugal, à saída de uma reunião com o Presidente da República, veio a publico avisar aos portugueses que o governo será obrigado a tomar medidas impopulares relativamente ao combate à redução do défice, "medidas difíceis, diversificadas e abrangentes" afirmando ainda "temos de resolver a situação financeira, para que nos possamos dedicar plenamente às tarefas de crescimento económico"
Relembrando o discurso de posse e o programa de Governo: as SCUT não são para ter portagens, na idade das reformas não se mexe, na função pública não se despede, as poupanças fiscais são para reintroduzir.
O actual Governo, desdramatizou a situação, solicitou ao Banco de Portugal o retrato da situação orçamental, prometeu novidades no final de Maio. Durante este tempo todo, aos portugueses nada foi dito, nada foi feito
A Hipótese já abordada pelo actual ministro das finanças em aumentar os impostos, muito rápidamente foi desmentida.
Os Portugueses, estiveram aliviados quase tinham esquecido esta questão do défice orçamental, mas temos de estar preparadospara a realidade que nos espera e pagar o défice com dinheiro do nosso bolso.
Infelizmente e naturalmente muitos portugueses vão sentir-se traídos, por não verem correlação entre programa do PS e do Governo e as medidas que ai vem.

Apontamentos.

Ora bem, após tão calorosa recepção por parte de todos os observadores cósmicos, senti que vos ando a enganar, é que apesar de ser Benfiquista, também tenho os meus defeitos. Sei que a partir do momento em que se sabe que uma pessoa é adepta do Glorioso, pensam logo que somos perfeitos e tal, mas é mentira, por vezes gostamos de lavar em excesso as mãos e assim.

Bom, após esta tentativa gorada de ser engraçado e inteligente, queria deixar aqui novo apontamento, só para lembrar que se deve ouvir música portuguesa, por isso, comprem o álbum (ou tirem da net, mas sem dizer nada a ninguém, ssshhh!!!!) Apontamento de Margarida Pinto e digam de vossa sentença.

Luz verde para escrever no nosso blog...

Olá Xavier... Já estava na altura destes managers do nosso blog convidarem um “predador” para me fazer companhia! VIVA O GLORIOSO!!

Bemvindo amigo e colaborador, este é o teu blog para que deixes solta a tua imaginação e exteriorizes a tua criatividade, literária...
O SLB É O MAIOR!!!
E como dizia o Albert: “ Nunca guardes na cabeça aquilo que te cabe num bolso”

Força no teclado, dá-lhe duro que é de plástico!

Sorte e um grand’abraço!

segunda-feira, maio 16, 2005

Welcome Despertador

O OBSERVADOR CÓSMICO orgulha-se de ter a tua contribuição neste espaço independente e sem censura (sem censura até ver…..qualquer dia ….o PR manda extinguir o blog), tanto eu como os restantes cósmicos, esperamos "que te eleves aos cosmos e observarás a vida dos Terráqueos humanóides”, como diz o Miguel.

Por falar em censura, esta foi mal utilizada em muitos lugares e por isso hoje já não existe, ou será que existe? Pois, mas não pensem que volto a falar na Comunicação Social, porque agora o País parece que está Bem e Recomenda-se, parece que estamos em estado de graça.

Nunca é demais afirmar que o OBSERVADOR CÓSMICO orgulha-se de possuir colaboradores distintos e dignificos, por vezes com algumas divergências, desde divergência de ideias e/ou ideais, divergências politicas, divergências sociais, ou até mesmo clubistas (que nem dá para notar?), como alguém diria, "Todos Diferentes, Todos Iguais".

Abraço,

PS(D): Espera pela resposta do Marques Mendes.:)