A minha sociedade ideal tem uma permissa inviolável: a propriedade privada! A família do agricultor já lá semeava e colhia provavelmente nem comboios existiam... Esta é das situações que nos defininem em termos de Economia Política! Se acreditámos no bem-estar geral e no "Well-Fare State" a indeminização é a solução mais justa, embora provavelmente um pouco parca para a história do terreno de cultivo como disse o Nuno. Eu acredito mais na propriedade privada: esta é o verdadeiro motor da Economia! Tenho que clarificar uma coisa: Eu não quis dizer que ningém melhor que o Estado para gerar eficiência...Acho é que o Estado investido da sua função reguladora pode ser determinante para catapultar esta propriedade privada para a senda do crescimento, na senda do bom investimento...se realmente a produção do milho no campo não passasse de uma teimosia do agricultor,´seria obrigação do Estado regulador de canalizar a potencialidade do terreno para boas aplicações! Se a teimosia continuásse, poderia impôr por exemplo um Volume de Negócios mínimo ao agricultor, que uma vez não cumprido, pagaria um imposto proporcional ao custo de oportunidade de não ter ouvido o bom conselho do Governo...
Mais uma vez só vejo 2 soluções para enveredar nesta minha utopia: Ou um ditador genial e bom, com uma equipa genial e boa (impossível) ou então temos que beber todos do mesmo espírito colectivo que eu considero que é cada vez maior...como disse ontem, há manifs que vão deixar de se reparar porque não têm sentido nenhum!
Eu acho que isto não é contraditório mas sim conciliador...Liberalismo, mas atenção que não jogámos sozinhos, estámos na equipa da Europa (Comunitária e não só)!
Quem não tem, tem de procurar ter mais, com intervenção não doadora do Estado, mas sim destinadora de soluções, de trabalho, etc...e quem tem, tem de procurar ter mais, pois o capital estático não é bom para a comunidade.Também aqui com ajuda orientadora do Governo!!!
A mim parece-me bem! A despesa pública pode ser a mesma a médio-longo prazo, o produto é que tem que subir em virtude da maior eficiência produtiva não do Estado, mas dos detentores da propriedade privada, e logo a receita do Estado também subirá! Não me parece nada contraditório!!!
Macau que se vai perdendo
Há 5 anos
2 comentários:
Isso não é um Estado regulador da actividade económica. Isso é um Estado intervencionista... Que dirige os investimentos. Que diz aos privados onde investir e que montante...
Esse tua política tem muita semelhança com a política económica do Estado Novo, daí falares em ditador...
(Estado dirigia os investimentos e condicionava o aparecimento de novas indústrias)
Repara que não: falei na não obrigatoriedade ; e falei em ditador "bom" seja o que isso for, é diferente do estado novo!
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